HISTÓRIA - Correção das atividades do Capítulo 5
ATIVIDADES DA APOSTILA – 7º ANO
PARA CASA DE 14/04/2015
CAPÍTULO 5 – DECADÊNCIA DO FEUDALISMO: Fome, pestes e guerras.
Leitura Complementar: pág. 59
Questão 1
A peste negra foi extinta do Rio de Janeiro, cidade mais importante do Brasil à época, em 1904, com o trabalho do médico Osvaldo Cruz, que desenvolveu no pais a vacina contra a doença, a partir dos seus conhecimentos adquiridos no Instituto Pasteur, em Paris. O médico também combateu, de forma mais direta, o surto da doença aplicando gás sulfuroso e vapores de fenol nos navios suspeitos e encorajando a população a caçar ratos pela cidade, oferecendo, para isso, gratificações de acordo com a quantidade de ratos mortos.
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Questão 2
A população, por desconhecer os benefícios das descobertas científicas, temia que as vacinas ocasionassem mais doenças, como a sífilis e a tuberculose. Os moradores do Rio de Janeiro revoltaram-se e evitaram as campanhas de vacinação. Além disso, a moral e os bons costumes da época exigiam que as mulheres cobrissem o corpo, e por isso, não era possível tomar a vacina que era aplicada na coxa. Esses empecilhos demonstram o medo da população diante do progresso na cidade.
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TESTANDO SEUS CONHECIMENTOS: pág. 60
Questão 1
· Grande mudança na temperatura que tornou o clima mais frio, prejudicando o plantio. Isso provocou o aumento do preço dos produtos, o que gerou fome e uma grande crise econômica, porque os produtos eram muito caros e poucas pessoas podiam comprar.
· A superexploração dos camponeses que foram obrigados a trabalhar mais, porque muitas pessoas tinham morrido devido às guerras, fome e peste. Esses camponeses revoltaram-se contra seus senhores feudais.
· Os senhores feudais enfraqueceram-se e a burguesia se fortaleceu. Como a burguesia precisava de mais facilidades para realizar o comércio, ela apoiou a centralização do poder nas mãos do rei, e o fim do poder descentralizado nas mãos do senhor feudal.
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Questão 2
Durante a Idade Média, além dos castelos (moradia dos senhores), havia os burgos ou cidades (moradia do Clero e local de administração religiosa). Nesses burgos, como nos castelos, a base da economia era a agricultura.
Inicialmente, as trocas eram realizadas apenas dentro de feudos. Entretanto, o comércio local cresceu a tal ponto que passou a ser feito pelos comerciantes das cidades (que estavam ressurgindo) do ocidente europeu.
A circulação de mercadorias aumentou muito. De Flandres, o tecido; da França, o vinho; da Inglaterra, o trigo e, da Ibéria o azeite e as frutas.
O comércio a principio local, tornou-se regional e, depois, evoluiu para um comércio a grandes distâncias: terrestre, fluvial, marítimo e oceânico.
O desenvolvimento do comércio, porém, provocou grandes mudanças na vida dos burgos. Aí, comerciantes misturados à população compravam e vendiam suas mercadorias.
Todavia, com o tempo, os velhos burgos tornaram-se pequenos para abrigar toda a população. Desse modo, para resolver o problema da falta de moradas, foram construídos novos burgos. Enquanto nos velhos burgos a população se dedicava principalmente à agricultura e ao artesanato, nos novos, principal atividade econômica era o comércio.
A expansão do comércio nos novos burgos provocou igual expansão na "industria" do campo. Os artesãos rurais (sapateiros, oleiros, alfaiates, padeiros, tecelões, etc.), que até então vendiam seus produtos no campo, começaram a vendê-los aos comerciantes dos novos burgos.
Usando a matéria-prima trazida pelos comerciantes, os artesãos fabricavam produtos que eram vendidos em outros burgos espalhados pelo Ocidente europeu e até mesmo em outros centros comerciais do mundo. A indústria rural (artesanato) transformava-se em uma industria urbana.
Morando nas cidades, mercadores e artífices (artesãos), visando protegerem-se, criaram associações. Os mercadores criaram as Gildas e os artífices, as Corporações.
Nas regiões de intenso comércio, como Lombardia (Itália), França e Flandres, essas associações criaram as comunas (cidades), cujos governos eram dominados por mercadores e artífices.
Na Idade Média, os burgueses eram antes de tudo homens livres (ou seja, não eram servos), que viviam nas cidades e se dedicavam basicamente ao comércio. O capital que eles possuíam era reduzido. Tinham apenas pequenos negócios.
Com o passar dos anos e o desenvolvimento do comércio os burgueses começaram a enriquecer. Eles vendiam mercadorias, ganhavam dinheiro, compravam mais mercadorias, vendiam e ganhavam mais dinheiro ainda.
Comprar barato e vender car para se obter lucro. Com esse lucro comprava mais mercadoria ainda e aí o lucro aumentava. A maneira de o burgês pensar a economia era totalmente diferente da maneira do Senhor feudal pensar. A riqueza do Senhor Feudal era a terra, que servia para lhe dar prestigio (ele tinha o titulo de nobre) e para que ele pudesse cobrar tributos feudais dos servos. A riqueza do burgês era o capital, uma riqueza que ele investia para conseguir lucros, a fim de aumentar ainda mais seu capital.
Uma outra maneira da burguesia aumentar seu capital era por meio das atividades bancárias. Os burgueses emprestavam dinheiro a juro. Ou seja, o devedor tinha de devolver ao banqueiro uma quantia maior do que aquela que havia tomado emprestada.
Os juros equivalem a uma espécie de aluguel do dinheiro. Os banqueiros acumulam capital graças ao pagamento de juros. Alguns comerciantes se tornaram banqueiros bem-sucedidos. Puderam construir grandes fortunas para época. Deve-se notar o destaque que o dinheiro estava adquirindo. A terra deixava de ser a única riqueza importante.
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Questão 3
A população diminuía e a mão-de-obra se tornava cada vez mais escassa. Isso levou os senhores feudais a aumentar a exploração sobre os camponeses. Em consequência, houve inúmeras revoltas, nas quais os camponeses rebelados queimavam propriedades e assassinavam senhores feudais. Em algumas cidades, também se verificaram desordens e motins
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Questão 4
Condenados fortemente pela Igreja Católica, que os considerava contrários à fé, os flagelantes, que surgiram em um contexto de crise econômica e de guerras, eram grupos de religiosos fanáticos que desfilavam em procissões nas cidades por 33 dias (33 porque correspondiam à idade em que se supõe que Jesus Cristo foi morto), durante os quais se autoflagelavam (machucavam-se a si mesmos) com cordas ou cintos de extremidades cortantes. Eles acreditavam que machucando o próprio corpo teriam o perdão dos seus pecados perdoados e alcançariam o paraíso.
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Questão 5
Dois papas foram eleitos, um dirigiu-se a Avignon, na França, e o outro permaneceu em Roma. Os dízimos e as doações eram encaminhados para Avignon, onde foi construído um vasto palácio. Os papas dividiram os fiéis, até que em 1414, o papado foi unificado novamente.
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Questão 6
Porque diminuiu o poder dos senhores feudais (não tinham exércitos para vencer as revoltas camponesas e precisaram pedir ajuda para os reis) e fortaleceu o poder dos reis. A criação de exércitos profissionais enfraqueceu a cavalaria, que era uma marca do feudalismo.
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ATIVIDADES PROPOSTAS – págs. 60 e 61.
Questão 1
a) O frio intenso prejudicou a colheita causando grande fome na Europa, no século XIV.
b) Estocagem de alimentos.
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Questão 2
As feiras eram os locais de compra e venda de produtos dos negociantes. Até o século XIV, as feiras mais importantes eram na região de Champanhe, França. Esse comércio possibilitou o retorno das transações financeiras, o reaparecimento da moeda, ou seja, deu vida as atividades bancárias. Com isso a terra deixava de ser a única fonte de riqueza e um novo grupo social surge, os mercadores ou comerciantes (a burguesia). Os servos também tiveram oportunidade de vender o excedente de sua produção, e nas feiras também trocavam informações e conhecimentos. Nas feiras também aconteciam manifestações teatrais, circenses e de música.
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Questão 3
O palácio papal foi uma das sedes da Igreja quando aconteceu o Grande Cisma da Igreja Católica e apresenta evidentes traços de ostentação, força e poder, conforme pode ser observado na foto. A concentração de poder nas mãos do papa ainda hoje acontece, devido, principalmente, à forte influência da Igreja.
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Questão 4
Joana d'Arc foi uma mulher que, inspirada na imensa fé que sentia na Virgem Maria, chegou a se vestir de homem para não ser barrada pelo exército francês. Essa jovem, que lutava bravamente, chegou a ser grande liderança do exército da França. Ela estava se convertendo em um referencial de coragem para os soldados, o que já preocupava o exército oponente. O exército inglês, então, para se livrar da ameaça que ela representava, apelou para a manipulação das pessoas, convencendo a população de que a jovem francesa era uma bruxa e que, portanto, deveria ser morta nas fogueiras da Inquisição.
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VOCÊ É O HISTORIADOR – pág.62
Questão 1
a) 13 milhões, aproximadamente.
b) 5 milhões, aproximadamente.
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Questão 2
Não, o próprio título do mapa demonstra, por meio do termo estimada que os valores não são exatos. Naquela época, havia poucos recursos disponíveis para obter, em números, a população de determinado lugar.
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Questão 3
De acordo com o gráfico, a Peste Negra foi o marco motivador da redução da população francesa.
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