quarta-feira, 17 de junho de 2015

HISTÓRIA - CORREÇÃO das atividades da apostila - CAPÍTULO 9

CAPÍTULO 9 – Monarquias absolutistas e economia mercantilista

 

Leitura Complementar: pág. 49

Questão 1

O texto faz alusão à autoridade máxima do rei, mostrando que o poder é exercido por um órgão forte e ocioso. Uma das conclusões à qual se pode chegar é a de que houve movimentos contrários ao poder do mestre Gáster.

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Questão 2  

O poder absolutista é descrito como órgão de controle e autoridade máxima que vive luxuosamente. Essa afirmação se confirma por meio da seguinte estrofe.

"Pra que cansar, suar, durante a vida inteira,

Se, no final, é Gáster que vai receber

os frutos deste esforço? Ele vive no luxo,

enquanto nós penamos, em função... do bucho!

Sigamos seu exemplo: viva a ociosidade!"

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Questão 3

                A fábula pretende demonstrar a importância de todos para o bom funcionamento da sociedade, evidenciando o traba­lho do povo para sustentar o rei.

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TESTANDO SEUS CONHECIMENTOS: pág. 50

Questão 1

                A burguesia necessitava de liberdade comercial e de pro­teção alfandegária contra os muitos e pesados impostos. O rei, carente de maior poder, constatou que o aumento de produção nacional gerava mais impostos; dessa forma, passou a apoiar a produção nacional e, consequente­mente, a burguesia, unificando os impostos, a moeda e o sistema de pesos e medidas, facilitando as transações comerciais e os lucros burgueses. Em contrapartida, a bur­guesia apoiou a centralização do poder como forma de controlar e acabar com as rebeliões sociais, financiando e equipando o Exército nacional; logo, houve troca de favo­res, entre o rei e a burguesia, que foi necessária à forma­ção do Estado nacional moderno absolutista.

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Questão 2

                O poder dos reis fortaleceu-se baseado em fatores como a decadência do mundo feudal, a aliança rei-burguesia para formação do absolutismo monárquico, o renascimento comercial e urbano, a necessidade de unificação monetária e de pesos e medidas, o mercantilismo, o expansionismo, a crescente exploração por parte da nobreza senhorial, as cons­tantes revoltas camponesas, além da fome, das pestes e das guerras.

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Questão 3

                Devido à necessidade de mercadorias para o negócio, os comerciantes europeus tinham de ir ao Oriente por mar, já que por terra havia obstáculos, como os árabes, que dominavam algumas regiões do Oriente Médio. Além desse empecilho, havia também o monopólio do Mar Mediterrâneo feito pelos italianos, que, pelo fato de terem facilidade de obter as mercadorias para negociar na Europa, vendiam-nas a altos preços. Com isso, bur­gueses e governantes de outros países foram obrigados a encontrar uma saída, por meio de uma aliança, para pôr fim a esse monopólio.

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Questão 4

• Metalismo: obtenção de riquezas graças ao acúmulo de ouro e prata;

• Protecionismo: elevação dos impostos para evitar a entrada de produtos vindos do exterior, protegendo assim o produto nacional;

• Pacto Colonial ou Sistema Colonial: monopólio metro­politano sobre as colônias;

• Balança comercial favorável: exportação maior que importação.

Essas medidas tinham como objetivo comum a potenciali­zação de práticas comerciais que resultassem no enrique­cimento do Estado. Havia, ainda, a busca pelo aperfei­çoamento de técnicas e tecnologias, visando impulsionar o mercado marítimo. No sistema mercantilista, os bene­fícios eram, teoricamente, divididos entre o Estado e a burguesia, contudo o Estado obtinha maiores ganhos, acumulando mais riquezas.

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Questão 5

A Teoria do Direito Divino defende que o rei recebe esse título por vontade de Deus; assim, ser contra o rei é ser contra Deus, logo o rei encontra-se no centro de todos os poderes, como demonstra o esquema da questão. Na figura do rei, concentra-se a totalidade das decisões.

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Questão 6

D

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ATIVIDADES PROPOSTAS – pág. 51

Questão 1

a) Extremo centralismo político e mercantilismo.

b) O rei francês Luís XIV é considerado o maior represen­tante do absolutismo, principalmente pelo fato de ter desenvolvido a Teoria do Direito Divino, que defendia o poder absoluto do rei.

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Questão 2

                1, 2, 5, 4, 3

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Questão 3

                      D

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Questão 4

                      Pensadores como Jacques Bossuet justificavam o abso­lutismo monárquico por meio de suas teorias, visto que acreditavam na Teoria do Direito Divino. Para eles, o monarca era uma representação de Deus na Terra e, portanto, seu poder era inquestionável, ideia que fazia o povo aceitar todas as medidas tomadas pelo rei, fossem justas ou não.

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Você é o Historiador - pág. 52

 

Questão 1

a) O poder do rei, representado por sua postura firme, é percebido pelas armas, pela coroa e pelo castelo.

b) O povo está representado em um momento de com­bate, sendo os seres humanos comparados a verda­deiras feras.

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Questão 2

Poder Judiciário: "[...] é somente de mim que os meus tribunais recebem a sua existência e a sua autoridade; a plenitude desta autoridade, que eles não exercem senão em meu nome [...]".

Poder Legislativo: "[...] é unicamente a mim que pertence o poder legislativo [...]".

Poder Executivo: "[...] mas ao registro, à publicação, à execução da lei [...]".

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Questão 3

Para Hobbes, o homem é um ser naturalmente livre que precisa do temor causado pelo Leviatã, monstro que lhe protege de suas vontades primitivas. Hobbes acreditava que o monarca absolutista tinha o papel de Leviatã na sociedade, governando-a por meio do medo e mantendo o controle sobre as pessoas, evitando que entrassem em conflito e se destruíssem, que lutassem umas contra as outras como lobos ferozes.

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