quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

Por que chama Legado Empiricus?

Image

Por que chama Legado Empiricus?

Caro leitor,


À esta altura, talvez você já tenha sido apresentado, em alguma instância, ao meu novo Projeto, que batizei de Legado Empiricus.


Você ainda pode inscrever-se na lista preferencial dele. É simples, rápido, seguro e totalmente gratuito. Basta clicar aqui para ter acesso às informações. Somente quem estiver nessa lista receberá os detalhes sobre o projeto e terá acesso a benefícios exclusivos.


Mas, afinal, por que uma lista preferencial? E por que se chama Legado Empiricus?


Muita gente gostou do nome - agradeço por isso. Outros (poucos) criticaram...


Citaram excesso de subjetividade, marketing excessivo e, até mesmo, rendição à propaganda imperialista norte-americana (!!!). Agradeço às críticas também, pois são elas que me desafiam a mirar ainda mais alto. "Se meus detratores me conhecessem melhor, me odiariam ainda mais", diria Nassim Taleb, naquilo que também se tornou epígrafe do meu livro O Fim do Brasil.


Vou direto ao ponto...


Chama-se Legado Empiricus por uma razão bastante simples: busca reunir o que nós temos de melhor e diferente, aquilo que podemos sistematizar e deixar para outras pessoas/gerações. A verdadeira essência da Empiricus em favor do dinheiro no bolso dos nossos clientes. Queremos não apenas dar dicas boas para os nossos leitores ganharem dinheiro, mas - também - formar investidores autossuficientes. Para já... e para sempre.


A respeito da subjetividade e incapacidade do nome de transmitir de forma direta o que está por vir, absorvo a crítica. Há embasamento na assertiva.


Mas explico o motivo: algumas coisas não foram ainda reveladas pois estão sendo construídas ao longo do caminho. Por isso a lista preferencial... Os leitores participarão ativamente do projeto e serão devidamente recompensados por isso.


São vocês que vão me contar o que é essencial para alçarem-se a um novo patamar financeiro. Quero construir relógios e não dar a hora certa - dá-lhe Sam Walton.


Eu tenho minha filosofia, meu método e minha prática, mas certas informações ainda não são públicas porque dependem de terceiros.


Outra crítica, relativa aos excessos, talvez seja também pertinente - a exemplo de Kafka, eu até me inclino a certos exageros. Mas o que é um homem apaixonado senão propenso aos excessos?


Esse é o projeto profissional mais importante de minha vida (até agora, espero) e, se eu não amar isso, infelizmente estarei impossibilitado de fazer algo na qualidade planejada.


Quem embarca nesta nova empreitada é um homem, amparado por uma equipe, e não o homo economicus. Ainda bem. Sem platonismos, investidor de verdade, relação direta. Os livros na estante nada dizem de importante. Interessa a prática alinhada à profundidade do conhecimento teórico.


Entre meus vários defeitos, está a incapacidade de relacionar-me superficialmente com as coisas. Ou você entrega sua alma a um projeto, ou ela vai estar lá de tocaia, à espera do momento certo para vingar-se de você. Acredite, não há um pingo de exagero quando falo que estou sem dormir por conta desse novo desafio.


Eu brigo com as pessoas por causa disso. "Você deveria voltar a tocar guitarra." Eu simplesmente não consigo. É maior do que eu, pois não vou poder me entregar àquilo como minha alma exige.


Há alguns dias, parado no cruzamento entre a Faria Lima e a Cidade Jardim, desliguei o bluetooth, cansado daquelas mesmas músicas relacionadas em meu celular. Gosto da aleatoriedade oferecida pelas rádios. Tocava Eminem, Loose Yourself, e eu lembrei instintivamente da adolescência:


"Olha, se você tivesse uma chance, ou uma oportunidade
para ter tudo o que você sempre quis... em um momento
Você pegaria, ou deixaria escapar?
As mãos dele estão suando, joelhos estão fracos, os braços estão pesados
Já tem vômito na blusa dele
Macarronada da mãe, ele tá nervoso
Mas na superfície ele parece estar calmo e preparado para mandar umas rimas"


Até os 15 anos, eu também vomitava quando submetido a situações de estresse - àquela época, mesmo coisas pequenas eram grandes situações de estresse. Era um problema importante na minha casa. Depois, passou.


Fiquei angustiado até anos mais tarde, quando descobri que o Rivellino fazia o mesmo. Então, pude desfazer o nó da gravata e soltar a angústia. Ah, ao menos uma semelhança com o Reizinho do Parque eu tinha. Já bastava.


Tudo isso passou. Hoje, agradeço mesmo aos períodos mais difíceis. Momento importante, projeto ambicioso, convicção de que vai dar certo, com o suporte dessa equipe sem precedentes que reunimos aqui - você não sabe a sorte que é trabalhar com essas pessoas.


Apenas uma coisa tem me incomodado: a impossibilidade de responder a todos os emails enviados sobre o projeto. Preciso pedir desculpas sinceras por isso.


Realmente está inviável responder. O volume de emails ultrapassou de longe mesmo a mais otimista de nossas expectativas. Obrigado por isso.


Mas embora não esteja respondendo a todos, deixo a certeza de que as correspondências eletrônicas estão sendo lidas e, mais do que isso, apreendidas.


Elas serão de grande valia no futuro. Deixo o meu compromisso: vai voltar em dobro para vocês.


PS: É fundamental que você se cadastre na lista preferencial do Legado Empiricus. Somente quem estiver nessa lista receberá os detalhes sobre o projeto e terá acesso aos benefícios exclusivos. Você ainda pode inscrever-se clicando aqui.


Um abraço,

Equipe Empiricus.


FAQ

Avenida Brigadeiro Faria Lima, 3477 - Torre B
10º. andar | Itaim Bibi- São Paulo, SP

Image

Se não deseja mais receber este tipo de e-mail remova aqui.

Artigos Relacionados

0 comentários:

Postar um comentário